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Sem tempo para treinar e sem Argel “grazadeus”

Era a primeira vez que íamos a campo com um técnico de verdade em nosso banco de reservas, comandando o time. Entraríamos sem jogadores importantes, considerados titulares, tanto no ataque quanto na defesa. Wesley fez a modificação que era visível POR TODOS OS SERES HUMANOS e promoveu a titular Uilian Correa, mesmo que ainda esteja sem ritmo e tenha sido expulso, a decisão foi acertada. Faltou tempo para treinar e acertar a marcação, além da boa ideia de “falso 9” não ter surtido efeito. Sorte nossa que as sardinhas são muito ruins.

Há um ditado que diz que “depois da tempestade vem a bonança” pois bem, foram 4 meses de tempestade e desde o jogo contra Galícia que eu digo o quanto Argel (que deus o tenha) era um péssimo treinador. Wesley Carvalho talvez esteja sendo supervalorizado já que assumiu o time depois de um pífio trabalho, embora não acredite ser o caso é uma possibilidade. O segundo tempo da partida ficou claro o quanto ele conhece de futebol, fez modificações de postura e substituições que foram eficientes e nos garantiu a manutenção da vantagem.

Diante das circunstâncias o Vitória conseguiu um resultado que mantém a vantagem conseguida ao longo da competição e amplia a possibilidade de assistirmos a um jogo mais combativo e plástico. Acredito que o que todo torcedor do Vitória esperava era exatamente isto, um time mais combativo, que propusesse o jogo e fosse na medida certa ofensivo e soubesse jogar com a bola nos pés. Obvio que o time Wesley apresentou algumas, mas ainda se pode dizer que é resquício da herança maldita deixada pelo seu antecessor.

 

Emerson Leandro
Emerson Leandro Silva, torcedor do Vitória, escritor, Micro-empresário, fotógrafo, webwriter, designer e atleta aos fim de semana.
http://esportebaiano.com
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