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Um primeiro turno aquém da expectativa.

Vou começar a resenha parabenizando meu irmão, Vinicius Cerqueira, pela passagem do seu aniversário, comemorado na Fonte Nova, e em grande estilo. Depois, parabenizar Preto Casagrande por conseguir fazer o time lembrar (ao menos no primeiro tempo) aquela marcação alta, com contra-ataques rápidos que deram ao Bahia alguns dos seus pontos nesse campeonato. Porém, no segundo tempo, foi teste para cardíaco. 
 
O jogo começou aberto. O são Paulo teve uma chance, numa braga de Edson e depois num chute de Cueva. Onde Tiago tentou tirar de rabo de arraia caído (lance horroroso). Mas logo depois uma linda jogada pra compensar.
 
Lançamento de Lucas Fonseca (e eu tinha acabado de criticar o excesso de lançamento dos zagueiros) no peito de Mendonza. Speed cortou pra dentro e deu uma enfiada de bola (lá ele) para Rodrigão. O “9” ganhou na velocidade e tocou pra dentro no contra-pé do zagueiro. A bola foi no pé de Régis que só teve o trabalho de correr pro abraço. 1×0 quando as vaias já começavam para cima do lateral Armero.
 
Gol, festa nas arquibancadas, adversário sentiu o gol, e quando eu ainda gravava o áudio da galera cantando o “59 é nosso, 88 também”, Rodrigão luta pela bola, que sobra para Zé Rafael (voltando da posição de impedimento), que aciona Régis e que deixa pra Mendonza fazer o dele. Detalhe: meu pai chegou na Fonte Nova dizendo que hoje era o dia de Mendonza desencantar. 2×0 com direito a dança do Armeration e tudo.
 
A Fonte Nova continuava a comemorar quando Jean quis dar uma de Oliver Kahn e voou sem necessidade em cima do jogador do São Paulo. Pênalti e gol dos caras. Na hora, a gente ficou na dúvida, porque estávamos no Norte inferior e de lá, não tinha como a gente vê. Pra piorar o sinal da TIM é uma merda na Arena, e não tinha como confirmar se foi pênalti ou não. Mas na TV ficou claro. 2×1 e o único gol com erro de arbitragem, foi o nosso. 
 
Segundo tempo e o Bahia tomou pressão os 35 minutos. Os visitantes cansaram de atacar. Mendonza passou 35 minutos fazendo o papel de lateral direito e Eduardo (um gigante) alternava entre 3º zagueiro, dentro da área, e lateral. Precisou Preto dar esporro em Mendonza pra ele ir mais pra frente. E quando foi, tivemos umas 2 ou 3 chances, mas o placar se manteve. O São Paulo ainda teve um pênalti não marcado, com Edson puxando a camisa do Militão e o Bahia um golaço de Allione, mas que foi bem anulado. A arbitragem ajudou o Bahia dessa vez.
 
Bora Baêa Minha Porra! Encerramos a primeira parte da competição com uma campanha aquém da minha expectativa, porém com 13º lugar que não víamos há algum tempo, na Série A. Jogamos algumas partidas boas que deram a Nação Tricolor a esperança de algo maior. Porém, perdemos algumas partidas pelo foco na Copa do Nordeste (Botafogo e Vasco), vacilamos em empates com 2 times que passaram 16 das 18 rodadas na Zona de Rebaixamento. Inaceitável. Não fosse isso, talvez estivéssemos na parte de cima da tabela, onde eu esperava que estivéssemos.
Erick Cerqueira
Publicitário, publicitário, pós-graduado em Gestão Esportiva, designer, blogueiro, Torcedor do Bahia e pai de Thor Cerqueira.
http://erickcerqueira.com
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